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Google pode despejar US$ 40 bilhões na Anthropic enquanto DeepSeek V4 desafia os modelos fechados

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Google Claude

A corrida da inteligência artificial entrou em mais uma fase de concentração brutal de capital, chips e poder tecnológico. Um boletim publicado pela comunidade chinesa OpenAtom em 26 de abril reuniu os principais sinais do momento: Google ampliando sua aposta na Anthropic, Nvidia voltando ao patamar de US$ 5 trilhões em valor de mercado, DeepSeek V4 movimentando o ecossistema open source e empresas tradicionais acelerando a adoção de IA em software, varejo, robótica e edge computing.

O ponto mais explosivo é a possível nova rodada de investimento da Alphabet/Google na Anthropic. Segundo a Reuters, a empresa planeja investir até US$ 40 bilhões na criadora do Claude, começando com US$ 10 bilhões e podendo adicionar mais US$ 30 bilhões conforme metas de desempenho forem atingidas. A Reuters também informa que esse movimento avaliaria a Anthropic em cerca de US$ 350 bilhões, consolidando a startup como uma das peças centrais da disputa entre Big Techs, nuvem e modelos de fronteira.

Na prática, isso mostra que o jogo da IA deixou de ser apenas “quem tem o melhor chatbot”. Agora, a disputa é por uma cadeia completa: capital, data centers, chips, nuvem, clientes corporativos, ferramentas de programação e ecossistemas de agentes. A AP informou, dias antes, que a Anthropic também firmou um compromisso de mais de US$ 100 bilhões em serviços de nuvem com a AWS ao longo de dez anos, reforçando a dependência crescente entre modelos avançados e infraestrutura computacional de escala planetária.

Enquanto isso, a Nvidia segue como a grande vendedora de pás e picaretas da corrida do ouro da IA. Segundo o Times of India, a empresa voltou a superar a marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado, impulsionada pela demanda por chips de IA, pela compra contínua de GPUs por hyperscalers e pela expectativa de que a infraestrutura de IA continue sendo o eixo mais valioso do ciclo tecnológico atual.

Esse dado é fundamental para entender o custo real da inteligência artificial. A IA generativa parece “software”, mas sua base econômica é profundamente material: energia, data centers, GPUs, interconexão, refrigeração e contratos bilionários de nuvem. Para startups, produtoras, agências e empresas criativas, isso significa que a queda de custo dos modelos convive com uma pressão crescente sobre infraestrutura — e quem controlar a computação controla boa parte do futuro.

Do lado chinês, o destaque é o DeepSeek V4 Preview. A documentação oficial da DeepSeek anuncia uma versão open source com contexto de até 1 milhão de tokens, em duas variantes principais: DeepSeek-V4-Pro, com 1,6 trilhão de parâmetros totais e 49 bilhões ativos, e DeepSeek-V4-Flash, com 284 bilhões de parâmetros totais e 13 bilhões ativos.

A importância do DeepSeek V4 não está apenas no desempenho técnico. O modelo aparece num momento em que a China tenta reduzir dependência tecnológica dos EUA, inclusive com adaptações para hardware nacional. The Verge destacou que o novo modelo foi apresentado como competidor de sistemas fechados de empresas americanas e que sua compatibilidade com tecnologia da Huawei reforça a dimensão geopolítica da disputa.

Para o ecossistema criativo, a mensagem é clara: a IA está deixando de ser um produto isolado e virando uma camada permanente da economia. No varejo, a Lowe’s está expandindo uma parceria com a RELEX para usar IA em planejamento, reposição e gestão de estoque, com foco em melhorar disponibilidade e eficiência operacional. No edge AI, a Qualcomm aparece apoiando mais de 60 startups em áreas como robótica, saúde, indústria e automação, segundo levantamento citado pelo Yahoo Finance.

O boletim da OpenAtom também chama atenção para uma mudança importante no mercado de software: a ascensão dos agentes de IA. A tese é que ferramentas corporativas tradicionais podem ser reconfiguradas por agentes capazes de executar tarefas, escrever código, operar fluxos de trabalho e interagir com sistemas internos. A Reuters informou nesta semana que a OpenAI está recorrendo a grandes consultorias globais para acelerar o uso corporativo do Codex, seu sistema voltado ao desenvolvimento de software.

Essa transição afeta diretamente o mercado audiovisual, musical e publicitário. Se os agentes passarem a operar partes inteiras da produção — roteiro, storyboard, edição, versionamento, motion, distribuição e análise de performance — o gargalo deixa de ser apenas ferramenta. O novo gargalo passa a ser direção criativa, propriedade intelectual, curadoria estética, acesso a modelos, custo computacional e capacidade de montar pipelines.

Para o Portal MVAI, a leitura é inevitável: estamos vendo a formação de uma nova indústria cultural automatizada, sustentada por três pilares. O primeiro é a infraestrutura, dominada por Nvidia, nuvens e data centers. O segundo é o modelo, disputado por OpenAI, Anthropic, Google, DeepSeek e outros laboratórios. O terceiro é a aplicação criativa, onde música, cinema, publicidade, games, creators e videoclipes começam a ser reconfigurados.

A disputa global da IA não é apenas uma corrida por respostas melhores em um chat. É uma corrida para definir quem será dono da máquina cultural, computacional e econômica dos próximos anos.

Fonte: OpenAtom

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Suno capta US$ 400 milhões e mostra que a música por IA virou negócio bilionário

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Suno

A Suno, uma das startups mais conhecidas de geração musical por inteligência artificial, anunciou uma nova rodada de investimento de mais de US$ 400 milhões. Com o aporte, a empresa passa a ser avaliada em US$ 5,4 bilhões, consolidando-se como uma das companhias mais valiosas no setor de música generativa.

A rodada Série D foi liderada pela Bond Capital e contou com a participação de IVP, Forerunner, Union Square Ventures, Alkeon e Quiet. Investidores já presentes na companhia, como Matrix, Lightspeed, Menlo Ventures e Schroders Capital, também acompanharam o novo financiamento.

A Suno permite que usuários criem músicas completas a partir de comandos de texto, incluindo letra, voz, arranjos e instrumentação. A proposta seduziu milhões de usuários, de curiosos que fazem músicas para ocasiões pessoais a produtores e compositores profissionais interessados em incorporar ferramentas de IA ao fluxo criativo.

Segundo a empresa, o novo capital será usado para ampliar a plataforma, desenvolver modelos musicais mais avançados e lançar novos serviços. A Suno também afirma que pretende começar a disponibilizar, nos próximos meses, seu primeiro modelo musical desenvolvido em parceria com a indústria fonográfica.

Esse ponto é central para entender a nova fase da companhia. A Suno cresceu rapidamente em um ambiente marcado por entusiasmo, mas também por forte resistência de gravadoras, editoras e artistas. Empresas de música generativa como Suno e Udio foram acusadas de treinar seus modelos com obras protegidas por direitos autorais sem autorização ou compensação aos titulares.

Nos últimos anos, a tensão entre inteligência artificial e indústria musical passou dos debates abstratos para os tribunais. Grandes gravadoras e artistas independentes moveram ações contra plataformas de música generativa, questionando a legalidade do uso de catálogos protegidos no treinamento de modelos. O argumento das empresas de IA costuma se apoiar em interpretações de “uso justo”, enquanto titulares de direitos defendem que o treinamento sem licença constitui exploração comercial não autorizada.

Ao mesmo tempo, parte da indústria começa a buscar acordos em vez de apenas litígios. Em 2025, a Suno anunciou uma parceria com a Warner Music Group para desenvolver experiências de criação musical baseadas em conteúdo licenciado e em participação opt-in de artistas. A ideia é permitir que nomes, vozes, imagens, composições e estilos sejam usados em novas experiências de IA apenas quando houver autorização, controle e compensação.

A movimentação não acontece isoladamente. Spotify e Universal Music Group também anunciaram acordos de licenciamento para permitir a criação de covers e remixes por IA dentro de um modelo pago e controlado. Na prática, o mercado parece testar uma transição: da IA musical vista como ameaça pirata para uma infraestrutura licenciada de criação, remixagem e engajamento de fãs.

Para os investidores, a aposta é clara. A música por IA pode abrir uma nova camada da economia do entretenimento, baseada não apenas no consumo passivo de faixas, mas na participação ativa dos usuários. Em vez de apenas apertar o play, o público passa a criar, adaptar, brincar e compartilhar músicas personalizadas.

Para artistas e gravadoras, o dilema é mais delicado. Há potencial de novas receitas, novas formas de interação com fãs e expansão criativa. Mas há também riscos evidentes: substituição de trabalho humano, diluição de identidade artística, uso indevido de vozes e estilos, além da dificuldade de rastrear autoria, remuneração e consentimento em escala.

O novo aporte da Suno mostra que, apesar das disputas legais, o capital de risco segue convencido de que a música generativa será uma das grandes frentes comerciais da inteligência artificial. A pergunta já não é se a IA vai participar da cadeia musical, mas em quais condições: com licença, transparência e remuneração — ou em uma guerra permanente entre inovação tecnológica e direitos autorais.

A próxima etapa da Suno será decisiva. Se a empresa conseguir migrar para modelos treinados com acordos industriais robustos, poderá se apresentar como uma ponte entre tecnologia e mercado musical. Se não conseguir, continuará sendo símbolo de uma contradição cada vez mais visível: uma plataforma capaz de democratizar a criação musical, mas construída sobre uma disputa ainda aberta sobre quem deve ser pago quando a máquina aprende a cantar.

Fonte: Silicon Angle

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Novo Gemini Omni leva edição conversacional para vídeos com IA

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Google Omni

O Google apresentou, durante o Google I/O 2026, o Gemini Omni, uma nova família de modelos de inteligência artificial voltada à criação multimodal. A promessa é ambiciosa: permitir que usuários criem conteúdos a partir de diferentes tipos de entrada — texto, imagem, vídeo e áudio — começando pela geração e edição de vídeos. A empresa define o Omni como um passo na direção de uma IA capaz de “criar qualquer coisa a partir de qualquer entrada”.

O primeiro modelo da família é o Gemini Omni Flash, que chega com foco em vídeos curtos. Segundo o Google, ele será capaz de gerar vídeos de até 10 segundos, criar áudio sintético nativo, transformar até cinco fotos em vídeo, editar cenas em múltiplas etapas e trabalhar com avatares personalizados. A novidade exige assinatura de um plano Google AI, com disponibilidade variando por região e faixa de produto.

Na prática, o Omni aproxima a criação de vídeo da lógica de uma conversa. Em vez de depender de softwares complexos de edição, o usuário poderá pedir alterações em linguagem natural: trocar cenário, modificar estilo visual, ajustar personagens, transformar uma foto em clipe ou refinar uma sequência já gerada. O próprio Google descreve a ferramenta como uma espécie de “Nano Banana para vídeos”, em referência ao seu modelo de geração e edição de imagens.

A mudança também marca uma reorganização importante dentro do ecossistema de mídia generativa do Google. O Gemini Omni deve substituir o Veo no app Gemini, combinando a inteligência central do Gemini com recursos avançados de geração de mídia. Enquanto o Veo era mais associado à geração de vídeo a partir de prompts, o Omni amplia o conceito ao permitir que vídeos, imagens e outros elementos sirvam como referência para novas criações.

Para criadores, publicitários e produtores de conteúdo, o ponto mais relevante talvez não seja apenas a geração de vídeos, mas a edição conversacional. O Google afirma que o Omni Flash melhora a consistência de personagens, preservando identidade e voz ao longo de diferentes cenas. Esse tipo de recurso pode ser decisivo para campanhas, narrativas seriadas, vídeos educacionais e conteúdos de marca, áreas em que a coerência visual costuma ser uma das maiores limitações dos modelos generativos.

Outro destaque é a criação de avatares de IA. A ferramenta permite que usuários criem versões digitais de si mesmos para aparecer em vídeos gerados artificialmente. Segundo a Wired, o processo envolve capturar rosto e voz pelo celular, com movimentos de cabeça e leitura de uma sequência de números. A proposta inicial do Google é permitir que usuários gerem vídeos de si próprios, não de terceiros.

Essa funcionalidade, porém, reacende o debate sobre deepfakes, autenticidade e transparência. O Google afirma que vídeos criados com Omni terão marca d’água digital SynthID, tecnologia usada para identificar conteúdos gerados por IA. A Associated Press também registrou que a empresa pretende expandir ferramentas de verificação de credenciais de conteúdo no Gemini e, futuramente, no Chrome.

O lançamento acontece em um momento de corrida acelerada pela liderança em vídeo generativo. OpenAI, Runway, Luma AI, ByteDance e outros competidores disputam espaço em um mercado que interessa tanto a criadores independentes quanto a estúdios, marcas e plataformas sociais. O diferencial do Google é tentar integrar a geração de mídia diretamente ao Gemini, ao YouTube Shorts e ao Google Flow, criando um fluxo que vai da ideia ao vídeo final dentro do próprio ecossistema da empresa.

No Google Flow, o Omni Flash será usado em conjunto com recursos de agente criativo. A empresa afirma que o Flow Agent poderá ajudar em brainstorming, criação, edição em lote, organização de arquivos e desenvolvimento de ferramentas personalizadas por linguagem natural. O Google também anunciou que o Omni será integrado ao Flow Music, permitindo criar vídeos musicais a partir de orientação conversacional.

Apesar do entusiasmo, ainda há limites claros. A versão inicial trabalha com vídeos curtos, de até 10 segundos, e alguns recursos dependem de assinatura, plataforma, país e idade mínima. O próprio Google informa que funcionalidades podem variar por nível de plano e região.

Ainda assim, o Gemini Omni sinaliza uma virada estratégica. O vídeo com IA deixa de ser apenas uma ferramenta de geração a partir de texto e passa a se aproximar de um ambiente de produção completo, no qual o usuário conversa, edita, refina, reaproveita referências e mantém personagens consistentes. Para o mercado criativo, isso pode reduzir barreiras técnicas. Para a sociedade, amplia a urgência de discutir autoria, consentimento, identificação de conteúdo sintético e confiança nas imagens que circulam online.

No fim, o Google não está apenas lançando mais um modelo de vídeo. Está tentando transformar o Gemini em uma plataforma de criação multimodal — e, ao mesmo tempo, disputar o futuro da produção audiovisual com IA.

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Google testa ferramenta que pode transformar o Gemini em estúdio de vídeo com IA

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O Google pode estar prestes a dar mais um passo na disputa pelo futuro do vídeo gerado por inteligência artificial. Um novo modelo chamado Gemini Omni apareceu para alguns usuários dentro do Gemini, com uma descrição que promete criação de vídeos, remixagem, edição direta no chat e uso de templates. A descoberta foi relatada pela 9to5Google nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, e reforçada por publicações especializadas que acompanham testes e vazamentos de produtos de IA.

A frase exibida na interface era direta: “Create with Gemini Omni”. Segundo os relatos, o Google descreve o recurso como um novo modelo de geração de vídeo capaz de remixar vídeos, editar conteúdos por conversa e partir de modelos prontos. Ainda não está claro se o Omni será um modelo totalmente novo, uma camada de produto sobre o Veo ou uma evolução integrada da estratégia multimodal do Gemini.

As primeiras demos chamaram atenção por dois motivos. A primeira mostrava um professor escrevendo uma prova matemática em um quadro, um tipo de cena difícil para modelos de vídeo porque exige coerência visual, texto legível e continuidade de movimento. A segunda brincava com um teste clássico de IA generativa: pessoas comendo espaguete, referência ao famoso meme dos primeiros vídeos gerados artificialmente, quando mãos, bocas, talheres e comida viravam um pequeno carnaval de horrores digitais. Segundo a 9to5Google, os resultados ainda têm sinais visíveis de geração por IA, mas já mostram avanço considerável em realismo e aderência ao prompt.

O ponto mais importante para criadores, videomakers e produtores independentes não é apenas a geração de vídeo a partir de texto. O diferencial sugerido pelo vazamento está na edição conversacional: trocar objetos, remixar cenas, editar vídeos diretamente no chat e trabalhar a partir de templates. O TestingCatalog afirma que os testes iniciais indicam desempenho especialmente forte em tarefas de edição, incluindo substituição de elementos e reescrita de cenas por instruções em linguagem natural.

Esse detalhe é estratégico. A geração bruta de vídeo já virou território disputado por Google, OpenAI, ByteDance, Runway, Luma e outras empresas. Mas a próxima fronteira pode ser menos “crie um vídeo do zero” e mais “pegue este material e transforme em outra coisa”. Para a indústria criativa, isso muda o jogo: o modelo deixa de ser apenas um gerador de clipes e começa a se comportar como um assistente de pós-produção.

Também apareceu para alguns usuários uma aba de uso, indicando que a criação de vídeos com Omni pode consumir rapidamente os limites diários de planos pagos. A própria página de suporte do Google já trata geração de vídeo como recurso sujeito a limites por plano e afirma que os limites podem mudar com frequência por demanda e capacidade.

O vazamento chega poucos dias antes do Google I/O 2026, marcado oficialmente para 19 e 20 de maio. A página do evento promete keynotes, sessões e novidades com foco em IA, Gemini, Android, Chrome e Cloud. O blog de desenvolvedores do Google também afirma que a conferência trará avanços de IA e atualizações de modelos Gemini, o que torna o evento o palco mais provável para uma explicação oficial sobre o Omni, caso o produto esteja realmente pronto para anúncio.

Por enquanto, convém tratar o Gemini Omni como um vazamento forte, não como lançamento oficial. O Google ainda não apresentou publicamente o produto nem explicou como ele se encaixará na família Veo. Mas a direção é clara: a Big Tech quer que o Gemini deixe de ser apenas um chatbot multimodal e se torne um ambiente completo de criação — texto, imagem, vídeo, edição e talvez, em breve, fluxo de produção audiovisual.

Para creators, artistas visuais, diretores de clipes, agências pequenas e produtores independentes, a promessa é sedutora: um estúdio criativo dentro de uma conversa. Para o mercado, o recado é menos poético e mais brutal: a guerra do vídeo com IA ainda nem começou direito, e o Google parece disposto a colocar seu exército dentro do Gemini.

Fonte: 9to5Google

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